segunda-feira, 16 de julho de 2012

Alguns Capítulos do fim-de-semana

Familia


Praia

Melancia


E pronto, mais um fim-de-semana que se passou. Bem aproveitado, diria. Porém, este foi mais um dos que entrou para a estatistíca dos fins-de-semana em que não fiz tudo aquilo que queria e no qual alguns dos meus planos me saíram, completamente, furados. Ainda assim, recheei o meu fim-de-semana com coisas boas em prol da minha sanidade mental. As menos saudáveis também existiram..! Esperemos que essas estejam cada vez menos presentes nas minhas listas de fim-de-semana. Devagar, devagarinho, não é? Até porque, levantar cedo, comer bem, aproveitar o tempo todo, estar presente na vida de quem amo e dormir bem é, definitivamente, a fórmula perfeita dos meus fins-de-semana felizes. E de todos os dias felizes, diria.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

I need a little bit of perfection


Hummmm, deitar-me depois do almoço, num quarto acolhedor e mágico, cedendo a todo este meu cansaço de uma semana intensa e cheia de trabalho. Fechar, vagorosamente, as pestanas, ronronando como um bichinho satisfeito e adormecer, deliciosamente, como uma princesa sem ervilhas no colchão.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Passos em falso e saltos em comprimento

Evito falar nas coisas mais profundas da minha vida, aqui no blogue. E na maioria das vezes, apetece-me mesmo, verdadeiramente, falar somente sobre alimentação e exercício físico. E que é, também, uma das minhas paixões. Não que isso não seja um tema profundo, interessante e logicamente, variado. Mas sinto que realmente não me apetece, na maioria dos dias, falar (aqui e com amigos) sobre o estado do meu coração, dos dramas profissionais, da minha família, das minhas coisas mais pessoais. Falo, já falei e vou continuar a falar, de certeza. Porém, não tenho por norma, escrever sobre isso, todos os dias. Escrevo por divagação, do que me apetece falar nesse momento, de uma das mil e trezenta e trinta coisinhas que me passam pela minha mente depravada. Então, a alimentação e o fitness é daqueles temas que está diariamente presente, na minha vida. Por isso, é disso que mais tenho para contar. As minhas crónicas são mesmo da miudice e, incluém tudo o que existe nesta vida real de gigantes, palhaços e saltos em comprimento.

Hoje apetece-me, definitivamente, falar um pouco da minha vida profissional, fazendo uma auto-análise crua e, o menos floreada possível, à minha pessoa. O que me ajuda a ver, claramente, o que ando aqui a fazer nesta mundo! [ i need know me].

Na escola primária, sempre fui boa aluna. Era daquelas crianças que adorava ir para a escola e era, consideravelmente, paparicada pelas professoras. Tinha boas notas e adorava língua portuguesa (livros mágiiicos), principalmente quando tinha de utilizar uma espécie de escrita criativa nas boas e velhinhas composições. Matemática era aquela base.. fazia-se, mas não com grandes facilidades, como os meus colegas que, se davam ao luxo de fazer contas de cabeça. Não. Pois que nunca me deu para ter cabeça de tabuada. Mas a coisa dava-se! A minha avó ajudava a decorar a tabuada e lá conseguia qualquer coisita nas avaliações e tpc's.

No colégio, este mesmo cenário, sempre se repetira. Boa aluna nas letras, menos boa aluna nas matemáticas. Tinha explicações a matemática, por isso tirara boas notas às duas áreas e não tinha, mesmo, motivos para queixas ou negativas. A par dos estudos, trabalhei, desde os quinze anos, durante o verão em restauração e hotelaria, o que influenciou a minha noção do quão dificil é ganhar a vida, incentivando o meu sonho de faculdade, sustento, independência e altos voos.

No secundário, quando tive que escolher uma área definitiva para seguir, obviamente que decidi seguir pelas humanidades. E, bingo! Moro numa terra pequena e, de facto, essa área não tinha alunos suficientes. Restara-me administração e cientifico-natural. Escolhi admnistração, completamente frustrada, mas querendo fugir às matemáticas e aos números. Os anos foram enrolando erros entre si e, apesar de convicta de que queria era algo relacionado com letras, deixei-me levar ao sabor da crítica. Sim, da crítica. Não me enganei na palavra.

As minhas escolhas para o próximo passo da minha vida eram todas para Jornalismo, direito, ensino de português, ou seja, para as letras. Eu não sabia ao certo o ponto, mas sabia a direcção da bússola. E a reacção de (quase) todos era, principalmente dos meus, era a mesma- "isso são áreas sem futuro algum, vais morrer de fome".

Escolhi Gestão de empresas e entrei para a faculdade com média de 16, sendo que para ingressar em gestão pediam média de 9,5. E pronto, deu-se um dos maiores passos em falso da minha vida. Já trabalhei na minha área em diversos locais. Neste momento, estou a fazer um estágio profissional. Sou infeliz com isto e não tenho certezas para avançar e fazer 180º à minha vida. Tendo vontade, não tenho suficiente!
Só penso no que, outrora, a minha professora de português escreveu num dos meus testes do décimo segundo ano - "não desistas desta área, segue via profissional disto, a tua escrita está muito boa".
E eu adoro escrever! Eu adoro português, desde sempre. Não que tenha uma escrita e uma gramática de gente graúda, mas o prazer que retiro disto é, sem dúvida, interminável.

Não tenho coragem, ainda hoje, para formar-me numa área que é, maioritariamente, excluída pelas estatísticas de colocação. Se voltasse atrás com dezoito anos, era o que faria, sem pestanejar. Mas quem é que com dezoito anos (ou menos) sabe, convictamente, o que quer fazer para toda a vida? Poucos, mesmo poucos.

Quando o estágio acabar... Deus sabe.

Dúvidas da dieta (1)

Comer algo mais calórico mas com menos açucar, mais proteínas e menos hidratos ou algo menos calórico com mais açucar e mais pobre nos valores nutricionais?

Por exemplo:

Um SOS chocolate em forma de barrita para um lanche da tarde.

Optar por uma barra atkins enorme com mais de 150 calorias (não sei ao certo), pobre em açucar e com um bang de proteínas ou comer uma barra pequenina da bicentury com 56 calorias, rica em açucar e deste modo, mais pobre também nos seus valores nutritivos?

Uma pessoa não sabe tudo e às vezes confunde-se.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

O tempo do tempo quanto tempo tem?

Estou, constantemente, a pensar com os meus botões. A minha cabeça não pára um segundo que seja e, talvez por isso, tenha quantidades de ansiedade industriais para a idade pequena desta pessoa grande. E depois vai daí, esqueço aquela filosofia, começando logo a pensar mais e mais no que ainda é desconhecido. Na vida futura, no que ainda não tenho, no que gostaria de ter feito e não fiz, no que tenho para fazer hoje, amanhã e daqui a 4 meses, no que vou comer na próxima refeição e nas seguintes, nos resultados finais, no errado que fiz, no bem que fiz e ufa... canso mi'alma.

Para quê? Pergunto eu a mim mesma e a quem consiga responder. Não serve de nada. A vida corre a um ritmo alucinante que não nos deixa prever, planear, contrariar aquilo que, de facto, irá acontecer. O tempo é diferente para cada um de nós. Se um dia pode ser preenchido desde o amanhecer do Sol até ao anoitecer com diversas actividades que nos fazem felizes, outro dia no meio de outros tantos pode nos passar, totalmente, ao lado.
O tempo do tempo altera tanto, consoante a vida de cada um. Não fosse cada ser pertencer a uma dimensão diferente, fazendo com que, cada um de nós, tenha o seu mundinho. Portanto, o termo normal é, na minha opinião, uma mera utopia. Normal é sentir que a vida nos corre bem e que fazemos com ela o melhor que sabemos e podemos. Sem nunca parar de melhorar, sem nunca parar de aceitar e aprender.

E vamos, aos poucos, descobrindo os pontos chave desta sensação agradável que é, o auto-conhecimento. A partir do auto-conhecimento, que não mais parará, sentimos e encontramos algumas soluções para a nossa peculariedade individual. No meu caso e para esta ansiedade, uma das soluções para a amenizar é o exercício e o cuidado comigo. É saber isto e colocar em prática. E descobrir mais, mais e mais para conseguir uma boa estabilidade emocional com o meu mundo.

terça-feira, 10 de julho de 2012

Joanas, Lucianas, Martines, Norbertos, Samuéis, Ginas, Marisas, Fátimas, Sofias....


E depois existe uma boa parte do céu, uma parte mesmo, mesmo boa deste nosso mundo imperfeito, que nos faz querer estar vivos e sentir paz. Há então, como vos dizia, pedaços de céu com muitos e diversos nomes que são pessoas que conseguem ter uma personalidade que toda agente admira e se orgulha. Até mesmo quem não as conhece. Sente-se a aura desta gente. A boa energia e o empenho em ser feliz. Mais que isso, o empenho em fazer os outros felizes. Insistem em colorir de rosa e azul celeste o castanho e cinzento das Vidas. E felizmente, existem muitos pedaços de céu cá na terra.
Da minha parte, sou inquestionavelmente fã de umas quantas pessoas deste mundo. E preciso delas mais do que o ar que nos faz respirar. Incluíndo a minha Mãe, o meu avô, a minha avó, alguns amigos e tantas outras pessoas que não conheço e que, ao mesmo tempo, conheço [por sentir] de forma crua, real e significativa.

Peço-vos que acrescentem aqui, mais pessoas que são, na verdade, pedacinhos de um céu azul-nuvem.

Um sorriso para todos :)

Eu e a Nutri recomendamos

Esta garrafinha da foto tem chá verde normal. Eu compro as garrafinhas da Pleno com chá de, apenas, 1 caloria por 100ml. Não sou uma fã incondicional de chás, mas confesso que adoro estes. E com poucas calorias então... fantásticos!




Para um lanche da tarde da Bicentury - tortitas de milho Nackis. Esta marca tem produtos fantásticos, saciantes e.. caros!


Publicidade gratuita requer regalias, certo? :)