Dormi bem. Dormi pouco mas descansei mesmo. Agora tenho um pic-nic com amigas. Preferia não ir, sinceramente. Bem lá do fundo. Mas o segredo é contrariar o que me apetece, ou seja, para onde me leva a corrente não é, definitivamente, o caminho certo! Então lá vou eu remar contra a corrente. E isso também incluí controlar a comida. Hoje, pela manhã, ao preparar o que iria vestir, reparo que todas as minhas roupas estão apertadas e outras, mesmo, não servem. Fiquei tão triste. Assim que fico em baixo, o meu corpo muda. A mim os nervos, a ansiedade e a agitação resultam em alimentação excessiva. Conheço tanta gente que é totalmente o oposto, que perante esta equação, perdem totalmente o apetite. Mas vamos à luta [respiração profunda]... mais uma vez! É nestas alturas que eu me esforço para ver o mundo como os olhos verdadeiros de uma criança vêm, um modo simples de aceitar a realidade, uma maneira mágica de sorrir, um jeito meigo e sincero de aceitar um qualquer brinquedo como um bocadinho de céu. E é também nestas alturas que eu tenho mais e mais saudades do meu cão. Mais saudades... como se fosse possível ter ainda mais saudades dele do que já tenho. Amo-o profundamente, com uma força maior do que aquela que conseguiria arrancar um rio da terra. Há umas semanas, um cão abandonado foi me oferecido, ele escolheu-nos. E eu consigo sentir Amor por ele, carinho. Porém, ainda não me consigo dedicar e concentrar nele o meu maior Amor. É uma questão de tempo e de cura. Obrigada Deus!
Bom Sábado! :)






