quarta-feira, 25 de abril de 2012

Confissões da minha mente

Gosto tanto de fazer limpezas. Talvez o faça porque ame contemplar o resultado de uma boa faxina. Talvez o faça porque me liberta stress, ralações, preocupações e mais sentimentos tristes, não necessariamente terminados em "ões".

Se vocês soubessem o esforço que eu faço [a todo o momento] para me conhecer verdadeiramente e descobrir aquilo que realmente quero, perceberiam, certamente, o quão é fácil lutar por aquilo que se deseja.

terça-feira, 24 de abril de 2012

Pretty little things



As coisas simples, as pequenas coisas, as pequenas vitórias, os pequenos prazeres, a liberdade de poder sonhar e traçar a minha vida, fazem-me sentir um elemento integrante da Natureza.  
E um dia vou conseguir chegar ao pote... recheado de bolachinhas e vou ser muito feliz.

E por falar nisto tudo e em muito mais, há uma mulher maravilhosa que escreve por mim.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Coisas boas [e só boas] que fazem os meus dias


Começo os meus dias com um banho que me faz pertencer ao mundo dos vivos e acordados. Gel de leite, mel e amêndoas ou coisa que o valha, de preferência. Conforto o estômago e a alma com um pequeno-almoço daqueles "vamu que vamu" - fruta, torradinhas e leitinho com café! Ultimamente tenho salpicado a fruta com coco ralado e adoro. Mas já descobri que é calórico, não fazia ideia. Pensava que se tratava de um alimento neutro como a canela. O almoço sossegado e calmo a ver coisas preferidas gravadas na tv. O chegar a casa. O tempinho de conversa com as minhas colegas de casa. A corrida que termina com a tarde a cair. O jantar tomado a saborear os vossos textos e outras coisinhas na net ou numa revista. O sossego do meu quarto. O adormecer com as pernas a latejar de cansaço. Perfeito.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Estado da Nasson


Normalmente, quando os meus amigos perguntam como estou, respondo um habitual e português: "vamos andando..." E isto para mim significa tanto... Significa que não está tudo óptimo, que continuo seguindo num barco no qual conduzo à deriva. Sou marinheira sem direcção e isso é o que mais me aflige. Gostaria tanto e tanto mais de conduzir um barco para uma direcção focada, Norte, Sul, Este, Oeste, mesmo driblando ventos fortes e chuvas ferozes. Tenho a plena convicção que quando temos uma rota traçada, focamos tanto, tanto, tanto e queremos tanto que vamos mesmo ser felizes debaixo de chuva e vento forte, mesmo antes de chegarmos ao almejado destino.

Por agora, não sei onde vou, o que quero e para onde devo conduzir. Sei que estou a construir. Se tivesse a desconstruir despedia-me hoje e levava com mais uma derrota. Não! Sigo. Não sei para onde, nem até quando, mas sigo! Cada dia é uma maré nova. Cada dia é uma descoberta. Será que vou descobrir (me)?

Entretanto, na azáfama do dia-a-dia, no meio das batalhas interiores pelo que será melhor para mim e coisas que tais, redescobri o prazer de correr ao ar livre e deixei o ginásio, as relações humanas estão a ficar um bocadinho melhores, um bocadinho só e estou a gostar muito da rotina estabelecida pelos horários de trabalho. Obriga-me a equilibrio, e nesta altura, tudo o que me dê equilibrio é bem-vindo!

 O meu corpo grita por equilibro, a minha alma pede calmaria, a minha mente anseia por sossego.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Sou uma pessoa de traumas (em tudo)

Desde há muito que corro na passadeira.
O meu máximo são 40 minutos e muitos quilómetros. A semana passada corria eu desenfreadamente quando de repente, a passadeira começa a encravar, fazendo com que eu me agarrasse duas vezes à trave. Um valente susto...!

Já voltei, depois disso, duas vezes ao ginásio e sempre com tentativas de corridas falhadas na passadeira. Não consigo. É psicológico. Já tentei em todas as passadeiras. Corro 2 segundos, não sei o que fazer aos pés e estou, constantemente, a segurar-me à trave com muito medo. :(


Que frustrante! Vou ter que anular o ginásio e correr na rua, como faço no verão, por norma.

Pior que isto só mesmo o facto de eu estar a destruir todo o amor que algumas pessoas têm por mim. Não consigo ser carinhosa, estou fria, seca e passada desta cabeça!

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Texto de busca pela paciência

"Tu, sexta-feira, ficas a trabalhar até às 10h da noite".

Alguém aqui perguntou se eu poderia?

Não!