sexta-feira, 6 de abril de 2012

Uma das minhas músicas favoritas de sempre



Animada, joguem tudo para trás das costas! Oiçam isto no volume máximo, cantem, dancem. Por vezes, as minhas manhãs começam assim - a dançar. E que bem que sabe. Sabe a VIDA!

"Baby you're a firework
Come on let your colors burst
Make 'em go "Ah, ah, ah!"
You're gonna leave them all in "awe, awe, awe"

BOOM, BOOM, BOOM
Even brighter than the moon, moon, moon
Boom, boom, boom
Even brighter than the MOON, MOON, MOON"

Verbo "Emagrecer"

A precisar de ser conjugado para que também o verbo "Harmonizar" possa fazer sentido.
Porque o meu interior está um campo de guerra. E engordar piora tudo em mim, como sabem.

domingo, 1 de abril de 2012

A vida é uma coisa louca.

A vida é mesmo uma coisa louca. É uma roda-viva de sentimentos, uma montanha russa de acontecimentos. É imprevísivel. Eu adoro sentir isso. Mas dá aquele receio, normal. Existe vida para além de, sempre. Nestes dias, tenho andado tão mal, tão sem sabor, tão à deriva, tão fria e a sentir nada. Sentir nada assusta-me. É sinal de paragem cardíaca interior. É frieza e gelo. Prefiro rodas-vivas de emoções, mas sentir nada é desesperante. Porque desgosto das pessoas. Porque me divido em incertezas. Porque fico descrente. 

O motivo é para além do trabalho, como sabem, nada fácil. O motivo sou eu, por dentro. Eu, a essência de mim. A minha alma. Eu preciso de encontrar-me, perceber quem sou, perceber a direcção e aí caminhar, correr, andar, caminhar, seguir. Levantar. 

Sinto uma força em mim que não sentia, uma chuva intensa no meu ser está a limpar todo o pó que existe em mim. Vamos, não quero 'ir andando', quero viver intensamente as emoções que a Vida me oferece.

E de um dia para o outro, tudo pode mudar. Porque cá dentro, começamos a descobrir o que somos e ao que viemos. [...]

quinta-feira, 29 de março de 2012

Resumo dos meus dias

Tratam-me mal no trabalho.
Perguntam-me o que lá estou a fazer e ainda dizem que depois do fim do contrato, bazo, visto que aquilo está falido!
Odeio lá estar. Quero fugir. Simplesmente, quero fugir.
Resumo dos meus dias.

domingo, 18 de março de 2012

Do amor à primeira vista


Quem me consegue um lindinho destes?

Ando com tanta necessidade de adoptar um cão. Porém, não seria num apartamento a vida ideal para ele. Sempre tive cães em casa da minha avó com espaço ou na quinta do meu avô. Daí fazer-me um pouco de confusão adoptar um para um apartamento. Mas se viver sempre em apartamentos, vou ter que me habituar à ideia. Muito embora, no momento, não se coloque essa hipótese. Vivo com mais duas raparigas e não sei até que ponto elas gostariam de partilhar do meu filhote. 

Estarei eu preparada para ter um cãozinho, depois do meu amorzinho pingo?

sábado, 17 de março de 2012

Tão simples, tão doce.

Acordei quando o tempo ainda marcava as 9 da manhã, mais coisa menos coisa. Afinal, de contas, é sábado e o tempo perdoa os minutos vagarosos e as horas suaves. Comecei, de imediato, por limpar toda a casa e colocar tudo em ordem neste exterior. Esta necessidade de limpezas para arrumar a alma é, de facto, muito peculiar e engraçada. Depois de tudo limpar e tudo arrumar como a bonita carochinha, coloquei as torradas ao lume à espera do seu ponto mais bonito para poder colocar-lhes o saboroso toque final da manteiga, queijo-creme e doce de morango. Deliciei-me, assim, com este pequeno-almoço acompanhado por um copo de leite puro e gelado. Mas é curioso, visto que nos outros dias, bebo sempre leite quente com café, deve ter sido porque hoje o leite frio e puro soube-me a necessidade, como quem precisa de despertar a sua essência mais pura. Acompanhei toda esta delícia com coisas que tinha gravadas na TV para ver. Esta maravilha das gravações é das coisas mais giras e úteis destes tempos modernos [algo bom teriam de ter]. Também me aventurei a fazer a minha primeira sopa. Clara como a minha necessidade de ser simplesmente feliz. Percebi-me uma mulherzinha quando estava a passar a sopa. Cresci, não é? Segui para o ginásio. Corri 40 minutos para que o suor libertasse os meus males e a minha parte negra. Eficaz demais, não falha. A sensação do pós-treino é indescritível.
No regresso e depois do banho com o meu gel de banho favorito, leite e mel, deitei-me no sofá, com o doce sabor de dever cumprido. E a que sabe? Sabe a independência e a uma estranha nostalgia. Viver nos sonhos, faz-me pensar em sonhos, os meus sonhos, os mesmos que sonhara, quando pequenina e sozinha na casa da minha avó, a minha eterna casinha de chocolate. 

sexta-feira, 16 de março de 2012

Psicologicamente atrasada

Fui a um psicólogo esta semana. Os motivos que me levaram a recorrer a esta ajuda foram múltiplos, nomeadamente a minha consciência e a investigação em terreno da profissão para a qual, acho, ter apetência. Poderei afirmar que aliei a curiosidade à procura pela estabilidade e equilíbrio do meu ser.
Marquei para as 17:45h, visto ser o consultório, mesmo, ao lado do trabalho. Não podendo controlar as coisas, estive com um trabalho em mãos que me fez chegar à clínica, apenas às 18h. 
Assim que entrei, pedi, imediatamente, desculpas pelo atraso à senhora da recepção e perguntei se ainda dava para ter a consulta naquele dia. Ao longe avisto um rapaz alto a vir em direcção à porta de saída com uma mala típica de médico na mão. A senhora da recepção apressa-se a dizer-lhe: "Esta é a menina da consulta, doutor", ao que espontaneamente eu remato: "Doutor atrasei-me um bocadinho, peço imensa desculpa mas tive um trabalho imprevisto à última hora". O senhor psicólogo revirou-me os olhos com uma cara fechada e dispara: "está um bocadinho atrasada não, está meia hora atrasada e as coisas não são assim, existem compromissos". Eu fiquei incrédula, pois utilizou toda a arrogância que tinha guardada em si para aquele momento. De imediato, respondi que poderíamos marcar a consulta para outro dia e ele, foi mais longe e disse que não, iríamos sim era encurtar a boa da consulta. Fiquei em choque. Eu iria pagar a consulta completa mas não iria usufruir do seu tempo completo.
Escusado será dizer que lhe demonstrei o meu desagrado. E quase que pedi o livro de reclamações. Ele acabou por desabafar comigo que estava cansado da semana e que descarregou em mim. Pediu desculpa. Tudo bem, mas eu já não 'entrei' bem com o senhor e nem ele comigo, creio. Deste modo, não gostei grande coisa da bendita consulta.
Vou mais longe... Confesso que acho as consultas de psicologia excessivamente caras para um tratamento tão moroso.. poucas são as pessoas que têm poder financeiro para levar um tratamento psicológico avante.

No fim da consulta, disse-me, também, que não me eram dadas garantias que as consultas levassem a algum lado, sem eu, tampouco pedir garantia alguma. Não me contive e questionei se ele acreditara na psicologia - 'Sim, se não, não estaria aqui".

Acabei por ser eu, a tratar do senhor psicólogo (?). Estou completamente abismada e, largamente desiludida com a psicologia. E vocês? Acreditam? Já recorrem? Quanto tempo?